Raspberry

Blynk, SQLite3 com Raspberry Pi e C++

HA com heartbeat | replicação Master-to-Master

Esse artigo é o primeiro de uma série com Raspberry Pi, da CurtoCircuito. A série será longa, então melhor fazermos as coisas por partes, a começar pela utilização do Blynk, banco de dados SQLite3 com Raspberry Pi e C++. E é simples, acompanhe!

Raspberry Pi na CurtoCircuito

A CurtoCircuito também está trabalhando com Raspberry Pi a um preço bom, vale a pena adquirir com eles, ainda mais que estaremos iniciando uma série sobre sensores digitais em breve e, meu caro, prepare seu coração!

Instalando a base de dados SQLite3 no Raspberry

Primeiro de tudo, baixe o sqlite-autoconf:

Descomprima a imagem e siga o padrão:

Instalando Blynk client no Raspberry

Já para rodar o Blynk, temos ambas as opções; server, para fazer uso à vontade, como descrito nesse artigo, e/ou o client, que vos descrevo agora com Python (mais abaixo, C).

Para que não falte e para que sobre (porque sobrar é melhor do que faltar), siga os passos:

Nesse ponto você já deverá ter o Blynk client compilado no diretório, o suporte a SQLite3 e um extra, que veremos mais adiante.

Exemplo de SQLite3 com Raspberry Pi

Eu não vou escrever uma grande aplicação agora, vou apenas criar uma situação que envolva o Blynk e o banco de dados, o resto fica por conta da sua criatividade, ok?

O código básico para criar uma base de dados e executar queries:

Para compilar, use:

Em main() temos uma query para criar uma tabela no banco, caso não exista. Passando a query por linha de comando, poderíamos criar outra tabela ou fazer quaisquer outras manipulações:

Depois, uma consulta na base de dados recém criada mostraria o resultado, caso tudo tenha ido bem:

Compilando Blynk com Raspberry

Agora, vamos fazer outro programa. Esqueça a base de dados que você acabou de configurar por enquanto.

baixe a biblioteca

Vá até esse link e baixe o código para compilar no Raspberry. Por exemplo:

Descomprima a blibioteca e entre no diretório criado :

De forma similar a um procedimento supracitado, execute o build:

O binário será criado dentro do diretório, com o nome Blynk. Depois, se quiser recompilar, pode simplesmente digitar:

A partir de agora é só editar o código base; o main.cpp, que foi escrito de forma a se assemelhar a um sketch de Arduino:

Então, se você é usuário de Arduino, não terá trabalho em migrar código, basta dar atenção ao setup() loop(), escrevendo seu código à vontade!

Como interagir com dados do Blynk?

Supondo que você ainda não tenha configurado o Blynk Server, proceda como descrito nesse artigo. Podemos ler dados enviados de sensores para o app do smartphone simplesmente utilizando o mesmo token no código que será compilado no Raspberry. Algo como descrito nesse outro artigo.

Se desejar comunicação entre tokens diferentes, pode usar o widget Bridge, como descrito aqui. Se quiser ver um bocado mais de recursos do Blynk, recomendo a leitura desse artigo.

Enfim, basicamente trata-se da configuração de um VirtualPin onde o dado é tratado e alguma ação é disparada. Com isso, podemos instanciar uma base de dados em qualquer lugar do programa e executar as queries dentro das chamadas desses VirtualPins.

Vou integrando cada vez mais os códigos, conforme os artigos forem sendo escritos. Sugiro que aproveite para fazer umas brincadeiras com o material de hoje para estar mais íntimo no momento em que formos construir uma aplicação mais robusta que poderá ser utilizada em um projeto com pouca modificação.

Até a próxima!

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